Enfim, democracia

Eu, Morsa, Andrés Sanchez, meu primo Rafael

Os corinthianos do dia: Eu, Morsa, Andrés Sanchez, meu primo Rafael

Sou alheio a qualquer obrigação como cidadão, mas levanto da cama num sábado de manhã para impedir uma possível guerra civil. Por isso hoje fui exercer meu direito corinthiano de escolher o novo presidente para os próximos três anos no maior clube brasileiro. Pude até botar a conversa em dia com alguns ídolos históricos, como o Biro Biro.

 

 

Eu e o espirito de Citadini marcando um churras

Eu e o espírito de Citadini marcando um churras

Juan, Rafael, Biro Biro e Eu

Fiscalizando o processo democrático: Juan, Rafael, Biro Biro e Eu

O novo estatuto, votado há alguns meses atrás, estabelece que somente  os 10.569 sócios podem escolher o novo aiatolá, sem a necessidade de aprovação dos Conselheiros. Com algumas boas novas: sem direito a reeleição e votos em urnas eletrônicas para facilitar o processo de apuração.

 

Concorreram três chapas. Uma delas, a Renovação e Transparência, formada pelo atual presidente Andrés Sanchez, Manoel Félix Cintra, presidente da BM&F Bovespa, e Roberto de Andrade, atual vice administrativo. A oposição, que se auto intitula Pró- Corinthians conta  com o dono da Kalunga, Paulo Garcia, e com o ex-diretor de futebol do clube Roque Citadini. Osmar Stábile, para fazer número encabeça a chapa Por um Corinthians Legal, tendo ao seu lado o advogado Ilmar Schiavenato e a empresária Maria Aparecida Fillipini.

 

Votei em Sanchez, claro, e que corinthiano sangue puro como eu não o faria? O homem foi responsável por ações que recolocaram o Corinthians na sua posição de direito. Trouxe-nos de volta à elite, unidos e com as contas em dia. Continuidade para o bom trabalho, para um estatuto forte e uma base para os campeonatos de 2009.

 

Paulo Garcia, por outro lado, sempre lembra meus aniversários com congratulações e espírito de renovação. Nas eleições fez questão de mandar kits com camisetas e cadernos do clube para todos da família. Chamou batucada de quem nem poderia votar, distribuiu adesivos e santinhos que sujaram o sagrado chão do Parque São Jorge.

 

Muito barulho por nada, muito dinheiro por nenhum retorno de confiança dos sócios. Não se ganha eleição no dia e a frase do hoje perceptivelmente triste Citadini ainda ecoa na minha cabeça. “Comemorar título de segunda divisão é como dar churrasco na laje para aquele primo que acabou de sair da cadeia”. Por isso tirei uma foto com o espectro político do homem. Não é todo dia que se vê fantasma.

 

Quanto a Stábile, a terceira via, fez sua campanha distribuindo Cd’s, enviados anonimamente às casas dos sócios, com notícias incriminadoras sobre as negociações dos jogadores do plantel alvinegro. Mais, entre os arquivos até escuta de conversas de André Sanchez ele incluiu. Um Corinthians Legal, claro.

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2 Respostas to “Enfim, democracia”

  1. Says:

    Então, né? Enquanto isso, eu estava montando o caminhão do Faustão no Atacadão! hehe.

    Nem me chama. Ingrato.

    :*

  2. Corinthians minha história, Corinthians meu amor, ô ô! « NN/blog Says:

    […] namorado fanático, família do namorado fanática também, é meio difícil a não me empolgar mais com os jogos, […]

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